São Francisco de Itabapoana

PRINCIPAL GEOSSÍTIO:

N°30: FALÉSIAS DA FORMAÇÃO BARREIRAS NA PRAIA DA BARRA DE ITABAPOANA
Localização: 21º22’51.61” S; 40º57’52.2” O
Descrição: O litoral de São Francisco termina em Barra de Itabapoana, já na divisa com o Espírito Santo. Banhada pelo mar e pelo rio Itabapoana, a Praia da Barra representa a outra extremidade de um amplo litoral agradável e que tem como cartão-de-visita uma série de contrastes tendo como destaque as falésias da Formação Barreiras na praia Lagoa Doce, na ponta do Retiro.


PRINCIPAIS SÍTIOS DE INTERESSE HISTÓRICO-CULTURAL NA ÁREA DO GEOPARQUE:

N° 19: FAZENDA SANTANA
Localização: 21º19’ 42.71” S; 41º9’31.88” O
Descrição: A Fazenda Santana está situada na região de Praça João Pessoa. A construção fundada há mais de 140 anos, mantém todas as características originas de sua edificação por mão-de-obra escrava. Os móveis e objetos que decoram o antigo casarão de dois andares são todos da época. Outro ponto que se destaca na fazenda Santana é a mata de quatro hectares, toda plantada com espécies raras como o pau-brasil, peroba e braúna.

N°20: BARRACÃO DE GARGAÚ
Localização: 21º34’41.44” S; 41º3’49.84” O
Descrição: Construído com o intuito de se tornar referência do desenvolvimento interior o Barracão de Gargaú é um prédio centenário. Estabelecido às margens do delta do rio Paraíba do Sul, o Barracão era responsável pelo comércio atacadista de todo a região. Os produtores rurais vendiam e compravam suas mercadorias. Suas paredes em madeiras maciças e o telhado em estilo colonial, com telhas confeccionadas artesanalmente, são símbolos de um passado próspero.

N°21: BOLANDEIRAS
Localização: 21º18’59.73” S; 41º3’26.39” O
Descrição: Mandioca, macaxeira ou aipim, a raiz cultivada pelos índios, que se transformou em um dos ingredientes mais populares da culinária brasileira, ainda é beneficiada de forma tradicional em São Francisco de Itabapoana. Conhecidas também como “casas de farinha”, as bolandeiras fabricam a farinha da mandioca e extraem dela o polvilho e a goma, com a qual se faz o famoso beiju. Nelas, a técnica rústica e a fabricação artesanal são fontes de renda de muitas famílias, que vendem a farinha e seus subprodutos em barracas à beira das estradas de acesso à cidade ou às praias são-franciscanas. As bolandeiras podem ser consideradas tanto patrimônio material quanto imaterial. Material por usarem de suas antigas e simples construções, onde utilizam antigos utensílios adaptados; e patrimônio imaterial por guardarem o mode de fazer, as técnicas ancestrais de fabricar farinha, polvilho e seus derivados.

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